O Baku é lôco.


A corrida pareceu mais um filme de ação, premiou a sobrevivência de Ricciardo, a recuperação de Bottas e o primeiro pódio de Stroll na Fórmula 1. Hamilton e Vettel foram personagens de uma briga de trânsito que pode influenciar o campeonato daqui para frente.

Atrás só de Schumacher

A corrida foi tão intensa que falar dos treinos é quase como dar mais valor para a banda de abertura do que para a banda principal. Mas temos que comentar a incrível pole position de Lewis Hamilton, a 66ª na carreira, ficando a apenas duas de ser o maior recordista de todos os tempos.

Em um final de semana em que Max Verstappen dominou toda a sexta-feira e Bottas, seu companheiro de equipe, era o favorito por ter andado muito bem no terceiro treino livre, Hamilton foi brilhante. Em volta lançada com um carro veloz, ele é quase imbatível.

O treino classificatório não teve a presença de Jolyon Palmer, que teve um motor fumado no terceiro treino livre. Fez uma falta danada de doída.

Além dele, os carros da McLaren não foram bem e ficaram no Q1, mas os pilotos dos carros laranja foram punidos por troca de componentes do conjunto motriz. Vandoorne tomou 35 posições e Alonso 40. Além deles, Marcus Ericsson e Romain Grosjean ficaram pelo caminho.

O Pascal Wehrlein até que se esforçou em passar para o Q2, mas ficou apenas com a décima quinta posição. Acabaria beneficiado porque Carlos Sainz Jr tinha uma dívida de três posições pelo acidente na primeira volta do GP do Canadá.

Stroll foi pela primeira vez ao Q3 e ao pódio. Elogios merecidos.

Stroll foi pela primeira vez ao Q3 e ao pódio. Elogios merecidos.

Hülkenberg foi o décimo terceiro mais rápido, atrás de Magnussen e Kvyat.

No Q1, Mercedes, Ferrari, Red Bull, Force India e Williams, normal portanto. Bottas tinha o melhor tempo, mesmo tendo dado uma encostadinha no muro na primeira tentativa.

Mais aí veio um lance que mudaria a classificação.

Ricciardo, faltando pouco mais de quatro minutos para o final do treino, escorregou pela pista de pouca aderência e acertou o muro com a roda traseira, abandonando e interrompendo o treino. Largaria em décimo lugar, portanto. E
com nove carros prontos na saída dos boxes, é dado o sinal verde para a última tentativa de cada um dos restantes.

Bottas puxava a fila, mas a cada parcial que fazia, Hamilton, logo atrás, pulverizava o tempo do companheiro. Não deu outra: nova pole para Lewis Hamilton. Bottas conseguiu ficar em segundo e formar a primeira fila prateada.
Raikkonen e Vettel formaram a segunda fila, e a sequência de equipes pareadas foi quebrada por Max Verstappen, que achou seu lugar na quinta posição, a frente de Pérez, Ocon, Stroll e Massa. Stroll conseguira, pela primeira vez, passar para o Q3, e ainda ficou a frente de Felipe Massa.

No primeiro round do GP da Europa, pole de Hamilton e Vettel apenas em quarto, com os companheiros de equipe entre eles. Prometia, e se cumpriu ainda mais.

A Finlândia deixa a briga para os líderes

Muita sede por parte dos finlandeses assim que o sinal vermelho se apagou.

Enquanto Hamilton escapou, Bottas estava sendo ultrapassado por fora na segunda curva das estreitas ruas da capital azerbaijano. Só que o Bottas passou muito forte pela zebra interna da curva e jogou Raikkonen no muro, batendo com a roda traseira direita com força no muro. Porém, o prejuízo maior ficou com Bottas, que teve um pneu furado e já teve que ir para os boxes, perdeu tempo e voltou quando todos já tinham completado a segunda volta. Raikkonen também reclamava pelo rádio que o carro não estava com este equilíbrio todo.

Só que a largada poderia ter tido um outro acidente no meio do pelotão, que passou quase despercebido. Kvyat brigava para se posicionar melhor e, por muito pouco, não acertou Massa em cheio ainda na tomada da primeira curva. O russo teve que jogar para o lado e passou reto no meio do rastro de fumaça. Não bastasse isso, ao voltar para a pista, deu um pequeno susto no companheiro de equipe Carlos Sainz, que acabou rodando sozinho mas conseguiu voltar. O espanhol, por pouco, não vai embora nas primeiras curvas assim como aconteceu no Canadá.

A ordem da corrida já colocava Hamilton e Vettel em confronto direto. Pérez subiu para a terceira colocação, mas Verstappen não queria ficar para trás. Massa aparecia em quinto, com Ocon e Stroll na sequência.

Primeiro Vettel encostou na traseira do carro de Hamilton, que parecia ter freado além da conta...

Primeiro Vettel encostou na traseira do carro de Hamilton, que parecia ter freado além da conta…


... e imediatamente depois, o alemão jogou o carro pra cima de Hamilton. Zidane ficou com inveja.

… e imediatamente depois, o alemão jogou o carro pra cima de Hamilton. Zidane ficou com inveja.

Com apenas seis voltas, Ricciardo é o primeiro a parar para troca de pneus e aproveita para limpar os dutos de freio do carro para evitar superaquecimento. A pista estava já com vários detritos de carros, resultado da vontade dos pilotos em acharem um lugar ao sol na primeira volta, fora a sujeira normal fora do traçado.

Outra característica do circuito, a grande reta, permitia ultrapassagens sem muito esforço dos que tinham motor para isso. Fernando Alonso, apesar de não ter um propulsor a altura, conseguia algumas ultrapassagens sobre carros menos competitivos (leia-se Saubers).

Pista estreita demais em alguns trechos e Kvyat resolve “estacionar” o carro em local perigoso. Era uma parte interna de curva, sem muito perigo, mas a Fórmula 1 não iria deixar o carro por lá sem um serviço de remoção eficiente. Bom, o serviço não foi tão eficiente assim, porque depois de uma volta e meia, a direção de prova decide colocar o safety-car para um trabalho mais eficiente do pessoal do guincho.

Durante a indecisão na entrada do safety-car, Verstappen chegou de vez em Pérez, só que, mais uma vez, o motor Renault deixou o holandês na mão, forçando o pessoal que libera o áudio do rádio entre piloto e equipe colocar vários “piiiiiiiiiiiiiis” no discurso do holandês.

Durante a paralisação, os ponteiros foram para os boxes para aproveitarem a pausa para retirada da Toro Rosso.
A ordem era Hamilton, Vettel, Perez, Raikkonen, Massa, Ocon, Stroll, Hülkenberg, Magnussen e Ricciardo nas dez primeiras posições. Bottas foi liberado para tirar a volta de atraso do começo da corrida, e isso seria fundamental mais a frente, visto que apenas um terço da prova havia se passado.

Relargada e Pérez quase consegue a ultrapassagem sobre Vettel. Massa e Ocon foram ainda melhores, e pularam para o quarto e quinto lugares respectivamente. E muita poeira, muita fina dos muros e, meia volta depois da relargada, novo safety-car. Desta vez nada de acidente, e sim, pedaços de carro espalhados por todos os lados.

Como o circuito é bem travado, o safety-car andava em um ritmo lento segundo os pilotos. Muitas reclamações de Hamilton e Vettel, principalmente. E eis que surge o momento mais marcante da corrida.

Ocon e Pérez se acharam na pista. Esperamos que isso não afete a equipe como um todo.

Ocon e Pérez se acharam na pista. Esperamos que isso não afete a equipe como um todo.

Hamilton se distancia do carro de segurança e contorna uma das curvas em velocidade aparentemente bem baixa. Vettel não conseguiu parar a tempo e encostou na traseira do Mercedes do atual campeão do mundo, danificando um pouco o bico do seu carro e a traseira do carro de Hamilton. Furioso, Vettel emparelhou o carro com Hamilton e, gesticulando muito, jogou o carro em cima de Hamilton, tocando rodas, colocando os níveis de rivalidade em níveis estratosféricos.

Com a adrenalina em alta, nova relargada e Massa supera Pérez, deixando o piloto na alça de mira do seu companheiro de equipe, Ocon, e o resultado não podia ter sido pior. Os dois carros da Force India se tocam e Pérez leva a pior, tendo que abandonar logo depois. Ocon foi para os boxes e acabou deixando a briga pelas primeiras posições, deixando caminho livre para os dois carros da Williams, com Massa em terceiro e Stroll em quarto.

Se um finlandês estava em pleno processo de recuperação na prova, o outro se via envolvido com mais problemas. Raikkonen teve um pneu traseiro furado que foi destruindo a asa traseira até ele chegar aos boxes. Raikkonen disse que o furo foi fruto de detritos dos carros da Force India, mas a Ferrari de número #7 também emporcalhou a pista demais. Com muita reclamação dos pilotos, principalmente de Fernando Alonso, a direção de prova resolveu adotar a bandeira vermelha e suspender a prova por tempo indeterminado até que a pista fosse limpa.


Red Bull vence e o Canadá volta ao pódio

Os carros chegam no pit-lane e o clima pesado é notado entre os líderes da prova e do mundial. Enquanto os mecânicos tentam arrumar o carro de Hamilton, parece que tinha gente ligando para o seguro, para o funileiro de confiança, e tudo mais. Vettel, com a cara mais fechada, era acalmado por Arrivabene, quase um paradoxo como um dos meus colegas de rede social definiu, um italiano acalmando um alemão.

Depois de muita faxina, nova relargada. Até o momento, nenhuma punição para nenhum dos dois envolvidos na treta da prova. Pouco antes da relargada, porém, Massa falou pelo rádio que sentia um problema no carro, e na relargada isso ficou evidente. O carro do brasileiro trepidava na grande reta e o brasileiro foi perdendo posição para Ricciardo e Stroll, abandonado momentos depois. E, sim, Massa tinha chances de vitória, mas, antes de explicarmos, Hülkenberg acertou a roda dianteira direita no muro e abandonou também quando era sexto.

Mas, e os líderes, nenhuma punição?

Massa fez uma excelente corrida até abandonar com problemas na suspensão traseira. Teve, depois de muito tempo, chance real de vencer.

Massa fez uma excelente corrida até abandonar com problemas na suspensão traseira. Teve, depois de muito tempo, chance real de vencer.

No caso de Hamilton, um problema inusitado poderia ser entendido como punição. O headrest, aquela proteção em forma de “U” que os pilotos tiram para sair do cockpit assim que param os carros, estava solta e levantava na reta, obrigando Hamilton a colocar as mãos sobre o capacete para segurar a peça. Só que o escape desta peça poderia ser muito perigoso para os outros pilotos e até mesmo para o próprio Hamilton, que foi aos boxes para reparar o problema.

Cairia a vitória no colo de Vettel se este não fosse punido quase que ao mesmo tempo em que Hamilton foi para os boxes. O alemão teria duas voltas para pagar a punição de dez segundos, o que fez, depois de reclamar bastante e perguntar pelo rádio “mas o que foi que eu fiz?”. Entrou no pit-lane, parou nos boxes, fez um manequim challenge e voltou, caprichosamente, a frente de Hamilton, em sétimo.

Ricciardo herdou a primeira posição, Stroll era o segundo, Magnussen em terceiro, Ocon e Bottas se recuperando, Alonso em sexto e os líderes do mundial logo atrás dele, permitindo uma briga por posição entre os três.

Magnussen não resistiu às investidas de Ocon e Bottas e depois de Vettel e Hamilton. Ocon também foi superado pelos pilotos da Mercedes e por Vettel, ficando Ricciardo, Stroll, Bottas, Vettel e Hamilton nas primeiras cinco posições.

A corrida foi assim até o final, com as diferenças caindo entre os cinco pilotos, mas as posições permaneceram quase inalteradas.

Quase porque, ao que pareceu, Stroll tirou um pouco o pé antes de cruzar a linha de chegada e Bottas cruzou em segundo e ambos foram ao pódio ao lado de Ricciardo, que venceu uma prova inacreditável. Vettel e Hamilton cruzaram em quarto e quinto lugares. Ocon, que esteve perto do pódio, cruzou em sexto, Magnussen em sétimo, Carlos Sainz em oitavo. Alonso ainda conseguiu marcar pontos com o nono lugar e Wehrlein, que brigou roda a roda com o companheiro Ericson para marcar o ponto para a equipe.

A melhor corrida do ano até aqui acendou de vez a rivalidade entre Hamilton e Vettel, e o alemão ainda pode sofrer punição pelo ato de raiva durante o safety-car. Hoje foi quente.

Treino frustrante no sábado, vitória no domingo. Ricciardo venceu com méritos.

Treino frustrante no sábado, vitória no domingo. Ricciardo venceu com méritos.

Ao desligar dos motores…

– Sobre Hamilton e Vettel: primeiramente, imaginei que ambos devessem ser punidos. Mais tarde, lendo que Hamilton não freou deliberadamente para que Vettel fosse prejudicado, penso que Vettel deves ser punido de alguma forma por atitude anti-desportiva. Durante a prova, cheguei a pensar em bandeira preta para ambos, mas o que Vettel fez, apesar de ser considerado por muitos o tempero que falta para a categoria, não passou de um destempero que tem que ser punido;

– Stroll fez uma corrida e um final de semana sem erros. A pista é difícil e traiçoeira, deixou muita gente com os carros danificados, e o canadense passou por todo este teste. É o segundo mais jovem piloto da história a ir para o pódio (só perde para Max Verstappen, e por apenas 11 dias de diferença). Calará os críticos (entre eles, eu) ou sucumbirá como todos previam?;

– Felipe Massa teve hoje a chance de voltar a vencer. Provavelmente, seria dele a vitória depois que Hamilton e Vettel tiveram que se virar com punições e problemas. A quebra da suspensão traseira não tira o mérito de Massa, mas uma mandinga é de se pensar;

– Monisha Kaltenborn foi demitida da Sauber por não aceitar favorecimento a Marcus Ericsson em detrimento a Pascal Wehrlein;

– A Force India havia terminado nos pontos com os dois carros em todas as provas até aqui no campeonato. Hoje, os carros se enroscaram e apenas Ocon terminou, mas ambos tinham chance de pódio inclusive. Acho que vão ter que pôr a cabeça no lugar para continuar marcando pontos, senão…;

– Ano que vem, a organização de prova precisa pensar em como tirar os carros da pista de maneira mais eficiente.

Lauro Vizentim

Lauro Vizentim é Engenheiro Mecânico, fez MBA em Administração e trabalha há quase duas décadas na indústria de automóveis. Gosta de criação, design e de carros. Quando estes três gostos se juntam em uma corrida, tudo se completa. Acompanha a Fórmula 1 há mais de trinta e cinco anos e escreve para o No Trânsito desde 2009.

3 Responses

  1. Glauco de F. Pereira says:

    Tendo a “petulância” de escrever depois do relato do Lauro, e, parafraseando, o Baku, além de loko, é flamejante, certas verdades sustentadas até esta prova merecem ser reconsideradas:

    -O carinhoso apelido de “Is Stroll” ficará com seu uso suspenso até segunda ordem; (ou até a próxima prova…)

    -Verstappen anda tendo “aulas” de como se comportar ao rádio com Raikkonen, que, mais uma vez, é “nota 10” neste quesito;

    -Não convidem para a mesma mesa de refeição/entrevista ou sentar-se lado a lado no avião: Ocon e Sérgio “Maria do Bairro” Perez; Bottas e Raikkonen (para estes dois, recomenda-se doses cavalares de Vodka ou qualquer bebida com graduação alcoólica maior que 50º… Somente assim para “amaciar” a dupla; Werlein e Ericsson, haja vista que um é favorecida pela grana e o outro pelo talento, mistura que não costuma dar bom caldo numa disputa, que o diga Monisha, que, por não controlar os dois garatos durante reuniões de pais de mestres foi demitida pela diretoria da “escolinha Sauber”… (O que sinceramente, cá entre nós, eu no lugar dela estaria comemorando…)

    -A cidade de Heppenhein, na Alemanha, já comemora um título antecipado este ano. O antes dominado com garbo e galhardia por Alonso, de “Chiliquenta da F1”, será dividido após esta etapa também por Vettel, com votação maciça da platéia.

    Afinal, depois de sua atuação neste fim de semana, dificilmente veremos uma atuação que envolva tamanha raiva, ódio, dissimulação, negativa de autoria, como nesta corrida. O único título da dupla Alonso/Honda corre sério risco de ir por água abaixo! Mais um momento de tensão na Honda. Que faaaase…

    -Tudo bem que, convenhamos, ser “convocado” para um teste para atuar como dummy, (involuntário…) depois de todo paramentado com o uniforme de trabalho (macacão, balaclava, luvas e capacetes) e ter que tirar tudo isto para se pintar de amarelo no meio da prova e colocar todas aquelas marcações que os dummy utilizam em seu dia a dia não foi um forma, digamos, legal, de “fazer amigos e influenciar pessoas” utilizada por Hamilton, né mesmo?

    Mas a reação de Vettel, chesus!!!!!! Dignas de um pastiche de quinta! Comendador “pulou” da cadeira em Maranello depois dessa…

    -Uma pessoa que dizem más linguás gostou dessa nova disputa foi Dana White, do UFC.

    E, segundo as novidades trazidas pela nova dona do “circo”, cogita-se a ideia de que, em caso de empate no final do campeonato, o título será disputado numa luta na lata entre Vettel vs Hamilton. O segundo já “chamou pro pau” o primeiro. Vejamos até onde isso vai.

    Dupla de meninos mimados, criados a base de leite com pera na colherinha pela vovó, isso sim. Queria ver se Hamilton seria macho suficiente pra chamar, por exemplo, um Nelson Piquet pro pau “depois da escola”., como ontem. Saudades da F1 “raiz”, não essa nutella de hoje. (E, por falar nisso, abraços, Eliseo Salazar!). Velha guarda entenderá a remissão…

    -Para a próxima prova, cogita-se já a instalação na traseira de Hamilton algum tipo de ajuda para facilitar a condução, como faixas reflexivas, para-choque retrátil e luzes de led por toda a traseira…

    Enfim, depois de tanta coisa numa única prova, creio que o pós-corrida deverá ser agitado também. Alguns sinais de fumaça dizem que existem alguma possibilidade de Jolyon Palmer ser substituído por Kubica, talvez, no GP da Itália. Seria sensacional ver o polonês de volta a F1. Talento e “sangue nos zóio” não lhe faltam de forma alguma!

    Outra coisa também vista na F1 neste fim de semana foi conversas entre empresários de Alonso com diretores da Renault. Será o benedito?

    Que venham mais corridas como esta. Vale, e muito, assistir e principalmente, falar sobre.

    A única coisa que não dá pra aguentar mais, é LUIZ ROBERTO NA GLOBO!!!! Não dá! Saudades do Galvão (nunca sonhei em escrever isto, mas… Dá pra perceber como é bravo “guentar” o narrador acima…O Pachequismo na transmissão nesta prova superou qualquer limite!

    Menos, Luiz Roberto. Menos, mas muito menos mesmo…

    • Glauco, só te falo uma coisa: continue petulante. A linguagem leve que você usa é fenomenal. Parabéns e obrigado por engrandecer o blog sempre. Grande abraço.

  2. Glauco de F. Pereira says:

    Esse Vettel, de “bonzinho” tem só a cara… Leiam só a visão dele sobre o incidente na prova:

    http://formula1.ferrari.com/en/azerbaijan-grand-prix-sebastian-comments-about-the-race-in-baku-2017/?MID=2300300932&UID=4168820552&utm_content=170626_F1_EN+%5Bgruppo%3A+F1+EN+-+contenuto%3A+GP+Post+Azerbaijan%5D&utm_source=email

    “First of all, I think that today the car was very good. The pace was strong in the race. I think you could see that we were losing a bit here and there, but overall it was a good race. It was a very busy start, and Vallteri was very aggressive. As for what happened at the restart from the safety car, I don’t know why I got the penalty and Lewis didn’t. It’s disappointing, because it could have been a better result. I don’t have a problem with Lewis but I just think that what he did on the track was not ok. By now the decision is done but, in an episode like this one, I still think that if you give out a penalty, then it should be to both drivers.”

    E Arrivabene:

    “I think that everything that happened today was clear to see for everyone, starting with the incident on the opening lap, with Kimi pushed into the barrier, then what happened to Sebastian on the restart lap after the Safety Car. We don’t want to get into an argument but I think I can say that some decisions that were not entirely clear, never worked in favour of our team. We fought hard even if the results don’t show it. Today, our car was on the pace and that was clear to see. The team demonstrated its strengths, from changing the engine on Seb’s car on Saturday to the work done on Kimi’s when the race was red flagged, to get it back out on track, despite the damage it had suffered. That’s Ferrari for you. We let our actions speak for us. We will continue in that vein immediately, in preparation for the remaining twelve races starting with the Austrian GP, with even more determination than before.”

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *