Conheça o estande da Porsche no Salão do Automóvel 2018


Nos 70 anos da Porsche, a marca reafirmou seu crescente número em vendas de produtos e confirmou a chegada do elétrico Taycan, que deve desembarcar no mercado brasileiro em 2020.

Uma das estrelas do estande da marca é o Porsche 356, fabricado em 1957 que contrasta lindamente com os demais veículos da marca, em especial o 911 GT3 RS verde.

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E assim como na edição passada do evento, a marca permitiu ao público entrar em parte da sua linha de produtos para conhecê-los melhor.

PORSCHE MACAN

A nova geração do Macan chegará ao Brasil já no começo de 2019. Recentemente apresentado no Salão do Automóvel de Paris, o face-lift do modelo é mais perceptível na traseira, graças as novas lanternas.

A dianteira também teve mudanças, com faróis e feixes de luz totalmente em LED e novos para-choques. O interior agora conta com uma nova tela multimídia de 10,9 polegadas.

A versão de entrada conta com um quatro cilindros 2.0 turbo de 252 cv e 37,7 m.kgf de torque. As demais versões ainda não tiveram seus motores divulgados.

PORSCHE 718 BOXSTER GTS

Versão mais completa do modelo, o Boxster GTS é equipado com um motor quatro cilindros 2.5 litros traseiro-central que desenvolve 365 cv e 43,85 m.kgf de torque, quando equipado com transmissão automática de dupla embreagem (PDK) ou 42,83 m.kgf de torque quando equipado com câmbio manual.

São precisos apenas 4,3 segundos para ir de 0-100 km/h e a velocidade máxima é de 290 km/h. Equipado com o pacote Sport Chrono, esse número cai para 4,1 segundos no 0-100 km/h.

Na época de seu lançamento, muitos puristas reclamaram, já que a marca aposentou o seis cilindros aspirado para a adotar o quatro cilindros turbo. Mesmo visando melhor consumo de combustível e menos emissões de poluentes, o modelo ganhou 35 cv em relação a geração anterior e 15 cv a mais que o Boxster S.

Por dentro, como de praxe nas versões GTS, o volante, bancos e forros de porta são revestidos em Alcântara, com o logo da versão bordado nos encostos de cabeça. No exterior, faróis e lanternas são escurecidos, bem como as rodas, saídas de escapamento e entradas de ar nos para-lamas em preto brilhante.

Como todo Porsche, o modelo pode ser exaustivamente configurado, elevando seu preço facilmente a mais de R$ 500 mil. E você, prefere pagar essa quantia no “mini” 911 ou levar, por exemplo, um 911 Carrera T para casa? Vai depender, dentre outras questões, se você gosta de um conversível!

PORSCHE CAYENNE – 3ª Geração

Quando o assunto é SUV esportivo, certamente o Porsche Cayenne é um dos mais lembrados. Em sua terceira geração, o modelo conta com um novo chassi, novo câmbio Tiptronic S de oito velocidades, novo sistema de conectividade. São quatro versões: Cayenne, Cayenne S, Cayenne Turbo e Cayenne E-Hybrid.

A versão de entrada é equipada com um V6 turbo de 3.0 litros e 340 cv (40 cv a mais que o V6 anterior), seguido pela versão S V6 bi-turbo de 2.9 litros e 440 cv. Na versão topo da gama, temos o Turbo com V8 bi-turbo de 4.0 litros e 550 cv (30 cv a mais que a geração anterior) .

Em relação aos números, o novo Cayenne possui o teto 9 mm mais baixo, 100 litros a mais no porta-malas e 65 kg a menos que a geração anterior, dentre uma lista recheada de equipamentos e tecnologia.

PORSCHE 911 CARRERA T

Os puristas da marca pediram e a marca atendeu: a versão T (Touring) é mais cara e entrega menos que um 911 Carrera, tudo em nome da pureza na direção como nos primeiros modelos nos anos 60.

O cliente pode optar pela transmissão manual de sete marchas ou automático de dupla embreagem (PDK) com o mesmo número de marchas. O sistema de som e navegação e os bancos traseiros podem ser vendidos como opcionais, conferindo 20 kg a menos que o 911 Carrera. No volante, os comandos de som também foram dispensados pela marca. Os vidros das janelas laterais e da traseira são feitas de um vidro mais fino e os matérias responsáveis em isolar o carro fora suprimidos em parte. A versão “T” conta ainda com o eixo traseiro esterçante, não oferecido no Carrera básico e a suspensão também é mais baixa.

Na parte externa, o Carrera T conta com detalhes como rodas de 20 polegadas e capa do retrovisor escurecidos, além de uma faixa nas laterais com a descrição da versão. Por dentro, o luxuoso banco revestido em couro foi deixado de lado, pois a versão conta apenas com bancos de tecido. As alças dos puxadores foram substituídos por uma fita, que quando puxada abre as portas.

Por fim, o modelo é equipado com um motor boxer seis cilindros com 370 cv e 40,9 m.kgf de torque entre 1.700 e 5.000 rpm, alcançando de 0-100 km/h em 4,5 segundos na versão manual e 4,2 segundos na automática.

PORSCHE PANAMERA 4 E-HYBRID SPORT TURISMO

O que era bom ficou ainda melhor – e mais econômico! Após seis anos da apresentação do conceito, a marca aguardou a re-estilização do Porsche Panamera e apresentou a versão wagon batizada de Sport Turismo.

O modelo, na carroceria sedã e na versão 4 E-Hybrid, foi o primeiro colocado numa pesquisa que listou os carros mais econômicos do país, em agosto deste ano. No modo hibrido, fez 17,8 km/l na cidade e 25,7 km/l na estrada.

A versão das fotos também conta com a tecnologia híbrida, que adiciona um motor elétrico de 100 kW (132 cv) e pouco mais de 10 m.kgf de torque ao V6 biturbo 2.9 litros de 330 cv a 5250 a 6500 rpm e torque de 45,88 m.kgf de torque. Com isso, o modelo totaliza 462 cv e 71,38 m.kgf de torque, alcançando de 0-100 km/h em 4,6 segundos e atingindo como velocidade máxima 278 km/h, segundo dados do fabricante.

As baterias são recarregadas em apenas 8 horas em uma tomada convencional e acionam o modo E-Power, onde é possível rodar até 50 km apenas impulsionado pela eletricidade, alcançando a velocidade máxima de 140 km/h. O motorista pode ainda acelerar até os 60 km/h em 5,8 segundos, mas a autonomia cairá drasticamente.

Além disso, existem ainda mais cinco modos de condução: Hybrid Auto, que alterna as fontes de propulsão, a E-Hold onde o veículo preserva a bateria e utiliza apenas o motor a combustão, e o E-Charge, que transforma o motor V6 em um gerador de energia para as baterias.

Há ainda dois modos esportivos, Sport e Sport Plus, que utilizam apenas os motores a combustão, mas geram energia para as baterias durante as frenagens e desacelerações.

O porta malas comporta até 425 litros, 20 litros a mais que o Panamera com carroceria sedã. Visualmente falando, a versão é facilmente reconhecida pelas enormes pinças de freio na cor amarela, além da inscrição da versão nas portas dianteiras e na tampa do porta-malas. Por dentro, além de todo o luxo que se espera do modelo, os ponteiros no painel também exibem a tonalidade amarela.

Fernando Marques

Fernando Marques iniciou em 2007 na fotografia automotiva, fazendo parte desde 2009 da equipe No Trânsito. Apaixonado por carros desde pequeno, aprendeu a ler e escrever folheando as páginas da Revista Quatro Rodas e hoje divide as matérias automotivas com a advocacia, sua profissão.

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